segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tão Mulher


Tão Mulher

Se me faço assim tão mulher,
É para ti agradar somente.
Pois tu inspiras-me eternamente,
Todo tipo de amor
Que em minha alma contém.
Porque tu és para mim,
O poeta do amor.
Que soube como chegar,
Ao meu coração e ganhá-lo.

Hoje, vivo somente para ti amar.
Então me faço mulher por inteira
Como o desejo da paixão certeira,
Para ganhar teu coração por inteiro.

Pois no amor,
Quero ti sem complexo.
Para juntos vivermos o amor sem nexo
Todas as delícias do amor por completo
Que irá nos acalantar,
Esquentar-nos
Pela vida inteira.

Lucimar Alves




sábado, 23 de janeiro de 2010

Meu Nome



Meu nome

Quando gritas meu nome,
A cidade para.
Porque ele é,
Simplesmente amor
Amor que encanta a vida
Com muito ardor.
Levando o coração amar,
Sem sentir dor.

Lucimar Alves





quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Rio de Água Viva


Rio de Água Viva

Deixe água viva fluir
De dentro de ti,
Rolando de dentro para fora
Pois elas são águas do
Espírito Santo de Deus.
Por isso,
São águas que cura,
Águas que sara todas as feridas.
Pois elas são águas de Deus
Que brotam feito rio de águas viva
Lavando todo pecado da alma.
Limpando o espírito que,
Vivifica Deus em nós.

Lucimar Alves



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sentimento

Sentimento

Se a alma chora,
Coração sofre sem demora.

Se alma canta,
Coração dança.

É assim que os sentimentos
Funciona dentro de nós.

Ama-se,
Coração dispara.

Fica-se apaixonado,
Alma inflama de desejo.

Assim o mundo
Fica colorido sem demora
Dentro de nós.

Então sentimento
É sentimento.
Não importar se
É alegre ou triste
Porque tudo que,
Alma e coração desejam,
É viver cada instante
Intensamente tão somente.


Lucimar Alves




sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Festa

Festa

Neste dia,
Tudo é festa.
Porque a alegria infesta
Celebrando a sua vida.
Sorria o mundo é seu.

Lucimar Alves

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Contramão


Contramão


O riso se fez pranto,
A tristeza invadiu a vinda sem tanto.
Trazendo agonia sentida,
Causando tristeza para a vida.

A tristeza cobriu o olhar,
Deixando a alma sem ar.
Amargurando sempre o coração,
Que chora sua triste desilusão.

Lágrimas banham a face em pranto,
Cobrindo o rosto infeliz sem tanto.
Por conta da vida sem paixão,
Ficando no limite da solidão.

Vida encontra-se vazia,
Do amor que anda solto pelas via.
Da vida sem rumo certo,
Por causa do destino incerto.

Então tudo se encontra na contramão,
Do coração sofrido pela desilusão.
Por viver a vida sempre errante,
Tendo o amor como um parceiro distante.


Lucimar Alves



domingo, 10 de janeiro de 2010

A Bicicleta


A Bicicleta


Meado dos anos sessenta em uma pequena propriedade rural no interior de Goiás vivia com sua família, Baltazar, homem simples, de pouco estudo, aprendeu somente a ler e a escrever. Mas, habituado com a labuta da roça de sol a sol.
Diferente do seu irmão Antônio de apelido Tônico, que o pai mandou para a capital, estudar e se fazer doutor em medicina. O pai de Baltazar, seu Tião, teve que fazer a escolha em estudar um filho, outro não, por causa de sua condição financeira que não era lá muito boa. Vendo que Tônico era mais estudioso foi o escolhido. Já Baltazar gostava de labutar com o gado e na roça, ficou para ajudá-lo na fazenda. Ele não importou porque era a vida que gostava a vida que pediu a Deus.
Os anos passaram Tônico se fez doutor em medicina, mais ele não esqueceu suas origens simples lá da roça nem a família, sempre estava por lá, agradava principalmente ao irmão, porque nunca cobrou nada dos pais por não ter estudado, pelo contrário tinha orgulho de ter um irmão doutor.
Meses passando e o aniversário de Baltazar chegou e o irmão para agradá-lo levou de presente uma bicicleta. Novidade para toda família que nunca tinha visto nada parecido, ficaram matutando o que seria aquela coisa de ferro com duas rodas, foi aí que Tônico explicou que era uma bicicleta um meio de transporte onde à pessoa montava. Ela andava quando era pedalada, que na capital era muito usada. E que ela seria útil para Baltazar quando fosse ter que sair ás pressas para ver um bezerro ou mesmo ir ao povoado, porque era mais prática que um cavalo em certas horas.
Aí ele montou, mostrando para toda família como era fácil andar nela, ledo engano seu pensar assim. Porque tudo aconteceu quando Baltazar tentou andar na bicicleta, coloco-a em linha reta como tinha visto o irmão fazendo. Foi aí que a coisa esquentou, fedendo chifre queimado, porque ele não tinha equilíbrio nenhum. A bicicleta desceu com ele ladeira a baixo, só parando quando deu de encontro a um buraco jogando-o dentro dele, teve alguns hematomas não muito grave, além é claro de ter ficado sujo de terra. Mas, não desistiu de montar nela, queria por que queira fazer bonito para o irmão e para a família. Aí pensou se não deu certo ladeira a baixou vou ladeira a cima, assim caso pensado, colocou a danada em linha reta novamente, montando nela, a danada parecia que tinha vida própria, porque nem esperou tocar o pedal direito, que deu um coice, jogando-o de cara no chão, ganhando ele, alguns arranhões pelo corpo todo.
Levantou e disse para a bicicleta, já amansei até burro bravo, não será você que me vencerá. Vou tentar de novo, a levou para perto da cerca, montando nela novamente, segurou bem firme, começou a pedalar, como estava segurando na cerca deu tudo certo. Mas, foi o prazo de soltar às mãos da cerca, para pedalar, a danada criou vida própria. Começou a dar pinotes com ele em cima, vai daqui, vai dali, até que ela desceu com ele ladeira o baixo com tudo. Só parando quando deu de encontro com a cerca de arame farpado, foi um Deus nos acuda, porque ele ficou preso no arame, ferindo-se bem feio, além de ter rasgado a roupa toda, ficando preso no arame pela pele, demorou um tempão para Tônico tirá-lo de lá.
A mãe de Baltazar vendo o filho naquele estado pediu chorando para ele não montar naquela coisa brava. Ele não gostava de ver à mãe chorando obedeceu, foi para dentro de casa, machucado, cheio de hematomas, com muitos ralados pelo corpo, sangrando, roupa toda rasgada. Disse, essa danada me venceu pelo pedido da mãe, não vou mais tentar montá-la, prefiro amansar burro bravo, porque sei como lidar como ele. Isso é coisa para o Tônico que mora na cidade, sabe das coisas finas. E assim a bicicleta ficou guardada sem utilidade nenhuma no paiol da fazenda, Baltazar não gostava de ouvir falar da danada que ficava verde de raiva. Tônico aprendeu que nem todo presente agrada e alegra quem recebe que para o seu irmão se tivess e dado um boi teria sido o presente ideal.


Lucimar Alves



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Poesia e Coração


Poesia e Coração

Ah! Poesia, você faz parte do coração.
Fazendo com que o amor,
Seja parte da matéria dos sonhos nela contida
Encantando de maneira especial a vida.
Porque quando transborda suas rimas
No mais puro sentimento de amor,
Coração bate acelerado no peito
De puro gozo e prazer,
Por saber que o amor está lá
Entremeado no ensejo das entrelinhas
Extasiando a alma com jeito.

Lucimar Alves

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Porção


Porção

O Senhor,
É a minha força e fortaleza,
De dia e de noite.
Porque a Sua misericórdia,
Renova-se em mim
A cada novo amanhecer,
E sua fidelidade é infinita.
A minha alma confia em Deus,
Porque Ele é a minha porção.
A minha esperança está somente Nele.


Lucimar Alves




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Lençóis


Lençóis

Entre fronhas e lençóis,

Coração bate veloz.

Alma suspira.


Lucimar Alves

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Noite



Noite

Alma passeia,
Pela noite alheia.
Procurando somente,
O amor por ela desejado.

Lua brilhando no infinito,
Coração aflito.
No peito esquisito
Por querer viver
O amor intensamente.

Amor esse desejado tão somente
Para vivê-lo, eternamente.
Nas noites enluaradas
Com o céu estrelado.

Lucimar Alves

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Tudo


Tudo

Tudo é vida,
Tudo é silêncio.
Porque depende do momento
Em que alma se encontra.

Pois no linear da existência,
Ele decide se quer viver
Com alegria,
Ou na negra solidão.

Tudo é amor,
Tudo é desamor.
Em um coração que sofre
Ou vive a plenitude do sentimento.

Em uma vida que,
Vive o linear da existência
Dentro si.
A alma agoniza a indecisão de viver,
Por conta do tudo dentro de si.

Porque nem tudo é razão,
Nem tudo é emoção.
Tem que ter o equilíbrio perfeito,
Para viver o tudo que,
A vida oferece, a cada amanhecer.


Lucimar Alves



sábado, 26 de dezembro de 2009

Busca


Busca

Onde andas?
Que ti procuro,
Em cada olhar e riso
E não vejo.

Ti chamo,
E não respondes.
Meu coração,
Ti busca sem cessar
E nada.

De repente!
Tu apareces em um piscar de olhos.
Tudo se encanta a festejar,
Então a busca encerra.


Lucimara Alves




quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Somente Amar


Somente Amar

Nossa alma...
É mantedora de todo sentimento
Que temos e sentimos,
Dentro de nós.
Por isso é que,
Comanda o coração,
Dentro da razão
Com perfeição.
No universo do amor
Com grande paixão,
Para a vida embelezar,
Com uma gama de ilusão
Que só faz bem ao coração,
Por conta do sentimento
De somente amar.


Lucimar Alves


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pobre Coração


Pobre Coração

Ah! Pobre coração sofrido,
Dentro do peito, fica esquecido.
Por estar sofrendo a dor do amor
Que por hora se faz presente.

Levando pela vida a fora,
A tristeza de agora.
Por sofrer do mal de amor
Porque não soube se guardar.

Dor essa que aflora pelo ar,
Apertado pela dor de amar.
Sem saber, dentro do peito sai o pranto,
Pelo sofrer por se doar ao amor.

Ah! Pobre coração,
Que sofre sua desilusão.
Partindo o peito em dor
Por conta do triste desamor.


Lucimar alves

sábado, 19 de dezembro de 2009

O Poder do Amor


O Poder do Amor

O amor tem o dom,
O poder,
De transformar tudo e todos.
Ele muda tudo em nós.
Então,
Deixe-se ser invadido,
Mudado por ele.
Deixo-o entrar dentro do seu ser,
Para mudar sua história de vida.
Aí sim,
Irá perceber que grande mudança,
Transformação irá ocorrer em você.
Seu mundo,
Irá ganhar novas cores,
Novos horizontes e objetivos.
Porque você,
Passará a ser guiado,
Levado,
Pelo poder transformador que ele tem.
Pois ele é o sentimento que tem o poder
De nos tornarem melhores do que somos.
É o sentimento mais nobre,
Belo e maravilhoso que existe.
Porque ele vem de Deus,
Que é o puro amor em toda sua essência.
Por isso,
Quando o deixamos habitar em nossa vida,
Nossa alma transforma-se por inteiro,
Ficando mais bela,
Serena e iluminada.
Porque nosso coração passa somente ser amor.
Então!
Vamos deixá-lo fazer morada em nós.
E dizer,
Amor ti quero dentro de mim,
Para a vida toda.
Quero ter e ser o amor.

Lucimar Alves


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Nostalgia do Passado


Nostalgia do Passado

A nostalgia do passado
Em certas pessoas,
Tem raízes tão profundas
Que ás vezes é como ópio
Destruindo o presente.
Pois vira uma calamidade
Dentro da alma,
Tornando-as céticas para tudo.
Chegando a não dar crédito
Em mais nada a não ser,
Em seus sonhos passados.

Lucimar Alves



domingo, 13 de dezembro de 2009

Meu Tesouro


Meu Tesouro

O meu tesouro é Deus,
Nele coloco meu coração.
Adorando-O com grande emoção,
Porque Ele tem cuidado de mim assim:

Por onde ando,
Ele guia meu passo.
Livrando-me do mal,
Abençoando cada passo
Que dou na vida.

Quando estou aflita,
Ele refrigera minha alma.
Colocando em mim, grande calma,
Que me acalanta por inteiro.

Quando choro,
Ele seca meu pranto.
Dando alento ao meu coração sem tanto.
Por trazer refrigério a minha alma
Que canta de jubilo.

Por tudo que Ele é,
Declaro aqui e agora.
Que meu tesouro é o Senhor toda hora
Por Ele me amar sem tanto.

Inspiração vinda ao ler o Evangelho de Lucas.
No capitulo 12:34


Lucimar Alves


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dadinha, Uma Vira Lata


Dadinha, Uma Vira Lata

Dadinha nasceu uma cadelinha magrinha, fraquinha, sem raça definida. Por isso, foi abandonada ainda filhotinho a sua própria sorte, vivia jogada na rua, correndo atrás de uns e outros, sempre a cata de ter um dono, de alguém para que pudesse amar que a amasse também. Mas, era sempre rejeitada, uns nem a olhava, outros a chutava, saia sempre triste por nunca achar quem a queria. À noite, ela chorava muito triste, o jeito dela chorar, era uivando para a lua.

Os dias iam passando, passando, nada de Dadinha encontrar seu dono. Até que um dia ela ouviu alguém dizendo enquanto a chutava:

-Sai pra lá vira lata.

Ela pensou o que viria a ser vira lata, mais não sabia, pensou, pensou, não achou a resposta para seus pensamentos. Então saiu perguntando para os outros cachorros de rua como ela, mais nenhum respondia, perguntou aqui, perguntou ali, até que encontrou com uns cachorros maiores, em mais velhos, já experientes na vida, que explicou a ela que vira lata é cachorro sem raça, definida, para ser mais claro, uma mistura de raças. Por isso os seres humanos os rejeitavam. Pois eles só gostam de cachorros de raças, por isso é que os vira latas vivia jogada nas ruas deixada a sua própria sorte.

Com tudo que ouviu, Dadinha ficou muito triste, cabisbaixa. Nesta

Noite, chorou muito, pois descobriu que não iria ter dono para amar e ser amiga. Deste dia em diante, não correu mais atrás de ninguém, nem balançou mais o rabinho fazendo festa para as pessoas. Mas, na vida, nunca sabemos quando coisa boa irá acontecer e em uma bela tarde de sol, ia Dadinha andando pela rua triste, cabisbaixa, rabinho caído entre as patas. Quando passou de frente com um lindo jardim de uma casa, nem olhou porque estava sentindo muita fome, sede, pois não tinha comido e nem bebido nada. Porque achou nem um pedacinho de pão jogado na rua e nem uma poça de água pra beber.

De repente, ela sentiu algo a pegando e a levantando para cima, levou um grande susto, ficou com tanto medo que fechou os olhos. Foi quando ouviu uma voz de criança falando com ela, abriu os olhos, vendo uma linda menina de tranças, falando e dizia assim:

-Oi, eu sou Mariazinha e você como chama?

Dadinha deu um grunhido baixinho. Mariazinha entendeu e disse:

-Ah! Seu nome é Dadinha! Prazer quer ser minha amiga? Porque estou precisando de amigos. Ouvi minha tia dizendo outro dia pra minha mãe, que os cães são os melhores amigos do homem e grandes companheiros das crianças. Estou cansada de ser só. Não tenho irmãos, nem amigos. Quero ser sua amiga. Você quer ser minha amiga também?

Dadinha deu um latido, abanou o rabinho no rosto de Mariazinha que ficou tão alegre, que a abraçou apertado e disse:

- Daqui pra frente, vamos ficar sempre juntas eu prometo.

Dadinha não acreditou no que estava ouvindo. Mas, pensou, meu desejo está sendo realizado, em pensamento disse Obrigado meu Deus.

E lá se foi Mariazinha do jardim para dentro de casa com Dadinha nos braços, fazendo planos pra duas, dizendo para Dadinha:

-Você vai dormir no meu quarto em uma caminha fofinha ao lado da minha, vai ter uma vasilha com comida e outra com água, irá tomar banho todos os sábados. Quando entrou dentro de casa, gritou toda feliz com Dadinha nos braços.

Mãe! Pai! E trouxe uma surpresa que encontrei no portão, vem ver.

Quando os pais viram, ficaram bravos com ela, mandou que ela colocasse o cachorro pra fora, não queria cachorro dentro casa. Mas, Mariazinha já tinha decidido como também já havia prometido a Dadinha que elas seriam amigas e não iria separar uma da outra. Então ela abriu a boca, chorou, bateu o pé, deu birra até amolecer o coração dos pais e eles aceitarem dadinha como o mais novo membro da família.

Desse dia pra frente, a vida de Dadinha mudou, pois agora ela estava muito feliz, tinha uma família, uma dona que amava muito e que a amava também. Eram grandes amigas e companheiras de brincadeiras. Em uma noite Dadinha ficou acordada olhando para Mariazinha dormindo e pensou e orou a Deus em seu pequeno coração assim:

-Deus, sou muito feliz, pois amo muito Mariazinha, que não importou por eu viver na rua e muito menos por eu ser uma vira lata. Só posso agradecer por essa felicidade. Faça com que todo o cachorro abandonado encontrou um dono também. Porque agora sei que quando existe amor até os vira latas são amados e são felizes.

E dormiu sonhado com a felicidade de ser amada.


Luvimar Alves



domingo, 6 de dezembro de 2009

Ano da França no Brasil

Ano da França no Brasil

França e Brasil,
Cada um em seu continente
Com costumes e modo de vida diferente
Mais unido pelos laços da amizade.

Dois mil e nove,
Brasil abriu os braços varonis
Para receber a França em encanto mis
Pintando o teu solo com as cores da solenidade.

França chega,
Mostrando sua grandeza como nação
Unindo dois povos com emoção
No mesmo ideal de amizade e fraternidade

Brasil aplaude,
O povo francês por sua liberdade de expressão
E sua igualdade entre os povos sem exclusão
Por ser a França uma nação fraterna.

França agradece,
Ao povo desta nação gentil
Trazendo sua cultura sem faltar um til
Com ela estreita ainda mais os laços de amizade.

Então França e Brasil,
Uniu dois povos de cultura diferente
Na fraternidade de sua gente
Para viver em harmonia para todo sempre.

Lucimar Alves

 
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