quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Senhor da Vida


Senhor da Vida

Se você quiser e desejar,
Será o dono do seu destino.
Mas,
Nunca esqueça que,
Deus é o Senhor da sua vida.

Lucimar Alves


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Amor de Musa


Amor de Musa

Na tua vida, sou tua musa.
Faço por merecer esse amor sem recusa,
Pois em meu regaço, te recebo meu amado.
Por que de te, recebo o sublime amor.

Oh! Amado de minha vida,
O meu amor é o doce perfume na ida.
Porque de te, recebo o néctar do doce sabor do amor,
Ao ser amada e deseja por ti sem tanto.

Então meu coração por te, derrama.
Quando me olha com desejo e me chama,
Para os teus braços na calada da noite
E me ama com paixão ternamente.

Lucimar Alves

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sem Saida


Sem Saida

Amor que maltrata,
No coração que destrata.
Levando a desilusão,
A vida que desalinha.
De um jeito,
Machucando o peito.

Estagnando a vida,
Que fica sem saída.
Em um mundo
De ilusão.
Dentro do coração.

Coração em desalinho,
Desacelerando a paixão.
De mundo de sonhos,
Por ter o amor desfeito
Dentro do peito.

Desfeito no leito da solidão,
Pela malvada desilusão.
Parado assim a vida
No mundo das lembranças,
Que vive agora sem a esperança.

Assim a saudade do amor maltrata,
Pelo desamor que destrata.
De um jeito estranho,
Maltratando o coração no peito
Pela saudade doida com jeito.


Lucimar Alves



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Trem da Vida


Trem da Vida

Quando o trem da nossa vida,
Chegar à estação da morte.
Posamos olhar para trás e dizer,
Com certeza fui muito feliz nesta vida.
Mesmo que em alguns momentos,
Houve obstáculos pelos caminhos que andei.

Lucimar Alves

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Pato Assado


Pato Assado

Quando era criança, morávamos em uma pequena cidade aqui do interior de Goiás, aliás, uma cidade que fica uns 85 km de Goiânia, cidade pequena, que está mais para povoado do que para cidade. Nossa casa lá, parecia mais uma chácara de tão grande que era o quintal. Pois tomava conta de praticamente um quarteirão inteiro.
Certo dia minha mãe ganhou um casal de patos,
Resolveu que iria criar patos no quintal, além das galinhas e porcos que já criava. Tomada à decisão, pediu para meu pai fazer um pequeno tanque no chão para eles ter água, porque pato precisa de água, faz parte da natureza deles. Meu pai, de pronto atendeu ao pedido da esposa fazendo o tal tanque.
A população de patos aumentou rápido, de dois patos para trinta. E um belo dia minha mãe disse que iria fazer pato assado para a família. Mas, não sabia se matar pato era do mesmo jeito de matar frango aí perguntou para as vizinhas elas também não sabia. Até que uma das amigas de minha mãe chegou lá em casa, ela perguntou para a amiga que disse, já ter ouvido falar que tinha que dar pinga para o pato e depois cortar a cabeça dele.
À noite minha mãe foi até onde os patos dormiam, pegou um que já estava mais velho e deixou preso para no outro dia matá-lo. Pela manhã, pediu ao meu pai, que era comerciante uma garrafa de pinga e deu para o pato. Ele ficou literalmente bêbado, pois caia para os lados. Aí ela o levou para uma pedra, cortou a cabeça dele, soltou-o porquê achavam que ele daria uns pulos feito frangos e morreria.
Ledo engano dela, o danado do pato saiu em disparada pelo quintal todo sem cabeça. Minha mãe gritou o meu tio e minha tia que moravam conosco para ajudar a pegar pegá-lo em prantos, porque chorava de dó de ver a agonia dele. Eu e minha irmã que éramos pequenas ficamos na janela de casa, chorando e gritando de medo. O engraçado é que ninguém conseguia pegá-lo. Até hoje penso que enquanto ele teve sangue pelo corpo correu.
Foi uma cena hilária vê-lo com sangue esguichando pelo corpo todo, as penas que eram brancas ficaram todas vermelhas.
Minha mãe chorando sem parar de dó, meus tios correndo atrás dele gritando, pega, pega, o danado correu tanto, vindo morrer na porta da cozinha de casa, isso cortou ainda mais o coração de minha mãe, que era uma mulher muito sensível.
Minha mãe fez o pato, mais não comeu, porque lembrava da agonia dele para morrer, eu e minha irmã também não comemos, porque ficamos com medo dele sair em pedaços do nosso prato para correr. Quem comeu foi meu pai, meus tios e uns amigos de meus pais que chegaram lá casa. E com isso, minha mãe juntou sua criação de patos e deu para um tio dela que morava na fazenda, porque lá tinha água para eles. Aliás esse meu tio e minha tia ficou sabendo da história toda e com isso, nunca matou um pato na casa deles.
Lá em casa, só ficou duas patas e um pato, porque minha mãe disse que queria sempre ter ovos de pata para fazer gemada para o café da manhã ou para a ceia da família. Isso de ceia a noite já outra história que qualquer dia conto.

Lucimar Alves


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Plenitude


Plenitude

Trago no coração,
A esperança.
Na alma,
Os sonhos de criança.
Para viver a vida,
Em sua plenitude de bem viver.
Dentro do ensejo
Do desejo
Do somente viver e amar plenamente.

Lucimar Alves




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Desejo


Desejo

Emoção fluindo,
Mãos suando.
Coração explode de desejo
No ensejo do amor
Fazendo assim,
A paixão implodir no peito.

Lucimar Alves

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Chuva de Benção


Chuva de Benção

Senhor Deus,
Faça descer dos céus
Chuvas ao seu tempo.
Porque assim,
Chuvas de bênçãos serão.

Pois assim, Senhor.
Tudo será lavado,
A terra será renovada.
O espírito da ovelha perdida
Remido dos pecados seus.

Oh! Senhor Deus.
Quando chuvas de benção
Descer do céu,
A terra cantará de jubilo
Pois tudo se fará novo.

Lucimar Alves

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Amar-te


Amar-te...
É viver a vida
Sem pensar em despedida
Porque amar-te é o bem maior
Que trago no coração.
Pois tu fizeste do amor,
O guardião da minha emoção.

Lucimar Alves




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Reverso


Reverso

Sou o brilho do sol,
A luminosidade da lua.
Vivo a beleza do universo
Encantado a todos,
Por curar o coração sem dor
Porque sou o puro amor.

Sou a estrela radiante,
A beleza do luar.
Porque trago comigo,
A magia da paixão
Que encanta o coração.

Por isso,
Vivo no universo
Invertendo o reverso.
Que dá sentido a vida
Porque sou o amor
Que cura toda dor.

Pois fiz do pranto,
Meu canto
Que encanta a vida
Sem tanto.

Lucimar Alves



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tão Mulher


Tão Mulher

Se me faço assim tão mulher,
É para ti agradar somente.
Pois tu inspiras-me eternamente,
Todo tipo de amor
Que em minha alma contém.
Porque tu és para mim,
O poeta do amor.
Que soube como chegar,
Ao meu coração e ganhá-lo.

Hoje, vivo somente para ti amar.
Então me faço mulher por inteira
Como o desejo da paixão certeira,
Para ganhar teu coração por inteiro.

Pois no amor,
Quero ti sem complexo.
Para juntos vivermos o amor sem nexo
Todas as delícias do amor por completo
Que irá nos acalantar,
Esquentar-nos
Pela vida inteira.

Lucimar Alves




sábado, 23 de janeiro de 2010

Meu Nome



Meu nome

Quando gritas meu nome,
A cidade para.
Porque ele é,
Simplesmente amor
Amor que encanta a vida
Com muito ardor.
Levando o coração amar,
Sem sentir dor.

Lucimar Alves





quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Rio de Água Viva


Rio de Água Viva

Deixe água viva fluir
De dentro de ti,
Rolando de dentro para fora
Pois elas são águas do
Espírito Santo de Deus.
Por isso,
São águas que cura,
Águas que sara todas as feridas.
Pois elas são águas de Deus
Que brotam feito rio de águas viva
Lavando todo pecado da alma.
Limpando o espírito que,
Vivifica Deus em nós.

Lucimar Alves



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sentimento

Sentimento

Se a alma chora,
Coração sofre sem demora.

Se alma canta,
Coração dança.

É assim que os sentimentos
Funciona dentro de nós.

Ama-se,
Coração dispara.

Fica-se apaixonado,
Alma inflama de desejo.

Assim o mundo
Fica colorido sem demora
Dentro de nós.

Então sentimento
É sentimento.
Não importar se
É alegre ou triste
Porque tudo que,
Alma e coração desejam,
É viver cada instante
Intensamente tão somente.


Lucimar Alves




sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Festa

Festa

Neste dia,
Tudo é festa.
Porque a alegria infesta
Celebrando a sua vida.
Sorria o mundo é seu.

Lucimar Alves

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Contramão


Contramão


O riso se fez pranto,
A tristeza invadiu a vinda sem tanto.
Trazendo agonia sentida,
Causando tristeza para a vida.

A tristeza cobriu o olhar,
Deixando a alma sem ar.
Amargurando sempre o coração,
Que chora sua triste desilusão.

Lágrimas banham a face em pranto,
Cobrindo o rosto infeliz sem tanto.
Por conta da vida sem paixão,
Ficando no limite da solidão.

Vida encontra-se vazia,
Do amor que anda solto pelas via.
Da vida sem rumo certo,
Por causa do destino incerto.

Então tudo se encontra na contramão,
Do coração sofrido pela desilusão.
Por viver a vida sempre errante,
Tendo o amor como um parceiro distante.


Lucimar Alves



domingo, 10 de janeiro de 2010

A Bicicleta


A Bicicleta


Meado dos anos sessenta em uma pequena propriedade rural no interior de Goiás vivia com sua família, Baltazar, homem simples, de pouco estudo, aprendeu somente a ler e a escrever. Mas, habituado com a labuta da roça de sol a sol.
Diferente do seu irmão Antônio de apelido Tônico, que o pai mandou para a capital, estudar e se fazer doutor em medicina. O pai de Baltazar, seu Tião, teve que fazer a escolha em estudar um filho, outro não, por causa de sua condição financeira que não era lá muito boa. Vendo que Tônico era mais estudioso foi o escolhido. Já Baltazar gostava de labutar com o gado e na roça, ficou para ajudá-lo na fazenda. Ele não importou porque era a vida que gostava a vida que pediu a Deus.
Os anos passaram Tônico se fez doutor em medicina, mais ele não esqueceu suas origens simples lá da roça nem a família, sempre estava por lá, agradava principalmente ao irmão, porque nunca cobrou nada dos pais por não ter estudado, pelo contrário tinha orgulho de ter um irmão doutor.
Meses passando e o aniversário de Baltazar chegou e o irmão para agradá-lo levou de presente uma bicicleta. Novidade para toda família que nunca tinha visto nada parecido, ficaram matutando o que seria aquela coisa de ferro com duas rodas, foi aí que Tônico explicou que era uma bicicleta um meio de transporte onde à pessoa montava. Ela andava quando era pedalada, que na capital era muito usada. E que ela seria útil para Baltazar quando fosse ter que sair ás pressas para ver um bezerro ou mesmo ir ao povoado, porque era mais prática que um cavalo em certas horas.
Aí ele montou, mostrando para toda família como era fácil andar nela, ledo engano seu pensar assim. Porque tudo aconteceu quando Baltazar tentou andar na bicicleta, coloco-a em linha reta como tinha visto o irmão fazendo. Foi aí que a coisa esquentou, fedendo chifre queimado, porque ele não tinha equilíbrio nenhum. A bicicleta desceu com ele ladeira a baixo, só parando quando deu de encontro a um buraco jogando-o dentro dele, teve alguns hematomas não muito grave, além é claro de ter ficado sujo de terra. Mas, não desistiu de montar nela, queria por que queira fazer bonito para o irmão e para a família. Aí pensou se não deu certo ladeira a baixou vou ladeira a cima, assim caso pensado, colocou a danada em linha reta novamente, montando nela, a danada parecia que tinha vida própria, porque nem esperou tocar o pedal direito, que deu um coice, jogando-o de cara no chão, ganhando ele, alguns arranhões pelo corpo todo.
Levantou e disse para a bicicleta, já amansei até burro bravo, não será você que me vencerá. Vou tentar de novo, a levou para perto da cerca, montando nela novamente, segurou bem firme, começou a pedalar, como estava segurando na cerca deu tudo certo. Mas, foi o prazo de soltar às mãos da cerca, para pedalar, a danada criou vida própria. Começou a dar pinotes com ele em cima, vai daqui, vai dali, até que ela desceu com ele ladeira o baixo com tudo. Só parando quando deu de encontro com a cerca de arame farpado, foi um Deus nos acuda, porque ele ficou preso no arame, ferindo-se bem feio, além de ter rasgado a roupa toda, ficando preso no arame pela pele, demorou um tempão para Tônico tirá-lo de lá.
A mãe de Baltazar vendo o filho naquele estado pediu chorando para ele não montar naquela coisa brava. Ele não gostava de ver à mãe chorando obedeceu, foi para dentro de casa, machucado, cheio de hematomas, com muitos ralados pelo corpo, sangrando, roupa toda rasgada. Disse, essa danada me venceu pelo pedido da mãe, não vou mais tentar montá-la, prefiro amansar burro bravo, porque sei como lidar como ele. Isso é coisa para o Tônico que mora na cidade, sabe das coisas finas. E assim a bicicleta ficou guardada sem utilidade nenhuma no paiol da fazenda, Baltazar não gostava de ouvir falar da danada que ficava verde de raiva. Tônico aprendeu que nem todo presente agrada e alegra quem recebe que para o seu irmão se tivess e dado um boi teria sido o presente ideal.


Lucimar Alves



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Poesia e Coração


Poesia e Coração

Ah! Poesia, você faz parte do coração.
Fazendo com que o amor,
Seja parte da matéria dos sonhos nela contida
Encantando de maneira especial a vida.
Porque quando transborda suas rimas
No mais puro sentimento de amor,
Coração bate acelerado no peito
De puro gozo e prazer,
Por saber que o amor está lá
Entremeado no ensejo das entrelinhas
Extasiando a alma com jeito.

Lucimar Alves

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Porção


Porção

O Senhor,
É a minha força e fortaleza,
De dia e de noite.
Porque a Sua misericórdia,
Renova-se em mim
A cada novo amanhecer,
E sua fidelidade é infinita.
A minha alma confia em Deus,
Porque Ele é a minha porção.
A minha esperança está somente Nele.


Lucimar Alves




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Lençóis


Lençóis

Entre fronhas e lençóis,

Coração bate veloz.

Alma suspira.


Lucimar Alves
 
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